Para demonstrar aos alunos esta importânte propriedade que consiste em generalizar, em cinco passos uma aula em que eles verificam que a soma dos ângulos internos do triângulo é sempre 180º, para isto divida a classe em grupos de até 6 pessoas e organize o material abaixo:
LISTA DE MATERIAIS
- Papel sulfite,
- Régua,
- Canetinha (3 cores para cada grupo),
- Tesoura e
- Cola.

1º PASSO – Pré Produção
Organize os estudantes em grupos e distribua o material da lista para eles, a quantidade de papel sulfite deve ser calculada pela quantidade de crianças no grupo e mais uma, para uso coletivo.
2º PASSO – Desenhar Triângulo
Chame a atenção dos alunos para que identifiquem 3 pontos não coincidentes e não alinhados em seus papeis individuais. Em seguida, que usem a régua para ligar os três pontos e formar um triângulo. Peça que atentem para o fato de que cada triângulo traçado é diferente um do outro.
3º PASSO – Identificar os ângulos do triângulo
Peça que os alunos utilizem as canetinhas, pintando cada ‘bico’ (ângulo) do triângulo de uma cor diferente e, em seguida que recortem os ‘bicos’ com um espaçamento entre a parte pintada e o centro do triângulo para que possam identificar com facilidade qual o ângulo que foi recortado.
4º PASSO – Verificar a proposição: A soma dos ângulos internos do triângulo é igual a 180º
Para prepeparar a folha coletiva, peça que um único membro do grupo, trace no papel linhas retas paralelas com número igual ao dos participantes do grupo e escreva, no canto da linha, o nome de cada integrante. Em seguida cada aluno colará seus ‘bicos’ unidos pelo vértice, com o primeiro colado de modo que um de seus lados esteja alinhado com a linha que contém o seu nome e os demais encostados uns nos outros.
5º PASSO – Razoabilidade da proposição e erro.
Os alunos comprovarão a razoabilidade da proposição a respeito da soma dos ângulos internos de qualquer triângulo ser igual a 180º, embora empiricamente possa haver casos dissonantes, o que pode ser explicado, até verificado, sobre o erro humano no traçado do triângulo, no ato de recortar os ‘bicos’ utilizando a tesoura e de colar alinhando sobre a linha com os vértices unidos.